De volta
Voltei
Para quem pensou que se livraria
Enganou-se em suspirar num alívio
Voltaram os refrões, os sambinhas
E todo aquele choro velado
Depois de mais um ciclo encerrado
Nova, vem a gata
Com cheiro de rua
E a retina carregada de imagens
Marcas na pele
E com fio de faca
Na língua
Voltei
Agora não tem mais volta...
Um grande beijo!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
A Rosa
Pequenina
Calma pra falar comigo
Tato para me tocar
Canto pra me dar carinho
Danço pra sentir o chão dançar
Beijos e até!
Calma pra falar comigo
Tato para me tocar
Canto pra me dar carinho
Danço pra sentir o chão dançar
Beijos e até!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Essa Moça Tá Diferente
Vira Mundo
Se eu lhe contar
Por que vim até aqui
Talvez o encanto acabe
Sem início e fim
E no final o que vale
É o que fiz
Pra onde olhei
Os lugares por que passei
E beijei sem reservas
À vontade chegou
O desejo
Ascendeu, arrepiou
Vira mundo
Ao avesso
Joga tudo de dentro
Peito, boca
Ventre afora
E nessa levada
Se desmancha
Por aí
Assim, só por sentir
Você bem fundo
Fundo, no fundo
De mim
Um grande beijo!
Se eu lhe contar
Por que vim até aqui
Talvez o encanto acabe
Sem início e fim
E no final o que vale
É o que fiz
Pra onde olhei
Os lugares por que passei
E beijei sem reservas
À vontade chegou
O desejo
Ascendeu, arrepiou
Vira mundo
Ao avesso
Joga tudo de dentro
Peito, boca
Ventre afora
E nessa levada
Se desmancha
Por aí
Assim, só por sentir
Você bem fundo
Fundo, no fundo
De mim
Um grande beijo!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Meia-Noite
Do Chão
Daqui
Dos meus pés de chão
Cada casa no morro
É como uma estrela no céu
Que brilha
O meu pé de morro
Não tem cor
Só pegada
De um qualquer
Malandro e abusado
Daquela que passa
Com pernas alegres
De fora
Das luzes prateadas
Ao colorido das madeiras
Que a primeira vista
Parecem se desencontrar
Sinto nas veias, vielas
O som das mazelas
Em modo samba
Em rodas, botecos
Em cada janela
Por lá
Quem passa não sou eu
De lá
Não conheço ninguém
Daqui do meu chão
Só sinto a graça
Do som do seu samba
Que ecoa bem
Como ninguém
Um grande beijo!
Daqui
Dos meus pés de chão
Cada casa no morro
É como uma estrela no céu
Que brilha
O meu pé de morro
Não tem cor
Só pegada
De um qualquer
Malandro e abusado
Daquela que passa
Com pernas alegres
De fora
Das luzes prateadas
Ao colorido das madeiras
Que a primeira vista
Parecem se desencontrar
Sinto nas veias, vielas
O som das mazelas
Em modo samba
Em rodas, botecos
Em cada janela
Por lá
Quem passa não sou eu
De lá
Não conheço ninguém
Daqui do meu chão
Só sinto a graça
Do som do seu samba
Que ecoa bem
Como ninguém
Um grande beijo!
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